Não tem poste
Não tem pilar
Não tem cipó
Tem areia movediça!
Não tem água
Não tem comida
Não tem vida
Tem vento!
Não é colorido
Não é divertido
Não é habitável
É minha casa!
Barata alucinada
quinta-feira, 20 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
sobre ela(s)
ela quer
e sabe que pode ter
ela olha
e enxerga o que quer ver
ela omite
e esconde de quem não pode entender
ela chora
e sofre mesmo sem porque
[descontroladaMENTE]
ela cai
ela cai
ela cai e fica no chão
ela levanta
ela fica de pé
ela cai de novo
e de novo
e de novo...
seu tempo é curto demais
seus braços e suas pernas também
vive numa linha tênue
entre a realidade e o delírio
sonha com absurdos
pensa em absurdos
imagina absurdos
e teme!
ela insiste
DESISTE
ela acredita
DESACREDITA
ela é feliz
TRISTE!
e sabe que pode ter
ela olha
e enxerga o que quer ver
ela omite
e esconde de quem não pode entender
ela chora
e sofre mesmo sem porque
[descontroladaMENTE]
ela cai
ela cai
ela cai e fica no chão
ela levanta
ela fica de pé
ela cai de novo
e de novo
e de novo...
seu tempo é curto demais
seus braços e suas pernas também
vive numa linha tênue
entre a realidade e o delírio
sonha com absurdos
pensa em absurdos
imagina absurdos
e teme!
ela insiste
DESISTE
ela acredita
DESACREDITA
ela é feliz
TRISTE!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Breve(mente).
não dá pra viver bem o meio, se estiver pensando no fim.
um meio curto e um fim bem próximo.
tudo acaba virando perca de tempo, e as coisas perdem o valor.
o que? pra quê? por que?
viver, viver, viver...
um meio curto e um fim bem próximo.
tudo acaba virando perca de tempo, e as coisas perdem o valor.
o que? pra quê? por que?
viver, viver, viver...
sábado, 23 de novembro de 2013
Ânsia
Eu quero vomitar
Não só o que bebi
Eu quero vomitar
O que guardo dentro de mim
Porque dói o estomago
E a cabeça também
E porque não cabe mais nada aqui
Eu quero vomitar
O que embarga a minha garganta
Eu quero vomitar
O que eu não consigo engolir.
Não só o que bebi
Eu quero vomitar
O que guardo dentro de mim
Porque dói o estomago
E a cabeça também
E porque não cabe mais nada aqui
Eu quero vomitar
O que embarga a minha garganta
Eu quero vomitar
O que eu não consigo engolir.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Senhor Ninguém
O ébrio, alucinado,
dá um passo para frente e dois passos para trás
sempre mais distante, sempre mais profundo
andando descalço em uma trilha de pedras soltas
trôpego, segurando a cabeça para que não caia sobre os pés cansados
que o mantém de pé
nunca sabe aonde pisa, nunca sabe aonde entra
diz que não importa aonde vai chegar
contanto que nunca chegue a lugar nenhum
contando que nunca tenha que parar de caminhar
não tem mais medo de pisar em pedras pontiagudas
não sente mais a dor como sentia antes
está anestesiado, está calejado...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
O sonho
eu preciso contar do sonho que tive
do sonho que sonhei enquanto dormia
e do outro sonho que sonhei depois que acordei
também preciso falar deste sonho aqui - desse instante
o sonho do futuro - o presságio
o sonho constante
o sonho que é viver
tudo não passa de um sonho
só paro quando morrer
'sonho, logo existo!'
do sonho que sonhei enquanto dormia
e do outro sonho que sonhei depois que acordei
também preciso falar deste sonho aqui - desse instante
o sonho do futuro - o presságio
o sonho constante
o sonho que é viver
tudo não passa de um sonho
só paro quando morrer
'sonho, logo existo!'
E.T.
é tudo desarrumado
é tudo desconfiado
é tudo ao contrário
é tudo alucinado
é tudo sonho
é tudo meu
é tudo eu
é tudo
é tu
e t
é
é tudo desconfiado
é tudo ao contrário
é tudo alucinado
é tudo sonho
é tudo meu
é tudo eu
é tudo
é tu
e t
é
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